quinta-feira, agosto 30, 2007
AUTO-EXAME
SAÚDE DA MULHER
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AUTO-EXAME DAS MAMAS
Depois dos 20 anos de idade, toda mulher deve fazer mensalmente o auto-exame das mamas. Trata-se de um procedimento simples, realizado após os períodos menstruais, e que pode ajudar no diagnóstico precoce das patologias dessas glândulas.
As etapas para o auto-exame são:
1. Diante do espelho, procure observar alguma alteração na pele ou no contorno das mamas, como retrações e abaulamentos.
2. Levante os braços, colocando-os atrás da cabeça, e perceba se, com esse movimento, surge alguma área de repuxamento na pele ou no mamilo.
3. Ainda em frente ao espelho, pressione as mãos de encontro aos quadris, contraindo os músculos do peito.
4. Durante o banho, palpe as mamas com as pontas dos dedos, e note se há alguma alteração do tecido glandular, como nódulos ou caroços, por exemplo.
5. Examine ambas as mamas, fazendo movi-mentos circulares desde a parte mais externa até o mamilo.
6. Pressione, delicadamente, a aréola e o mamilo e observe se há, ou não, saída de alguma secreção anormal (sanguinolenta).
7. Deitada, com um dos braços sob a nuca, repita a palpação das mamas usando a ponta dos dedos.
Um grande número de alterações das glândulas mamárias pode ser observado pela própria paciente, desde que ela dedique alguns minutos por mês para fazer o seu auto-exame. Mudanças na textura da pele (retrações, abaulamentos, “eczema nos mamilos”), perda de secreções anormais e a constatação de nódulos (caroços) são ocorrências que requerem atenção médica para serem esclarecidas quanto à sua causa. É importante saber que 95% dos nódulos mamários são benignos.
Nunca será demasiado lembrar que, quanto mais precoce for o diagnóstico do câncer de mama, maiores serão as chances de cura. Portanto, além de fazer o auto-exame mensalmente, a mulher deve procurar o seu médico para fazer um exame clínico (uma vez a cada três anos, entre os 29 e 39, e anualmente após os 40) mesmo que aparentemente tudo esteja bem.
A mamografia – uma radiografia especial dos tecidos internos das mamas – é capaz de mostrar áreas suspeitas de malignidade antes mesmo que elas possam ser palpadas, o que confere a este exame ser o principal procedimento no diagnóstico precoce do câncer. Ela deve ser realizada anualmente, com esse propósito, a partir dos 50 anos de idade, ou até mesmo antes, quando os critérios clínicos (antecedentes pessoais e familiares) assim o determinarem.
Dr. Carlos Antônio da Costa
Ginecologista e Obstetra
quarta-feira, agosto 29, 2007
O MELHOR AMIGO
Para o Melhor Amigo, o Melhor Pedaço[br]
Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata branco e preto que atendia pelo nome de malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou outro alimento qualquer. Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa.Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. O mendigo era conhecido como um homem bom que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não tomava bebida alcoólica e estava sempre tranqüilo, mesmo quando não recebia nada de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que precisava alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o malhado, que, paciente, comia e ficava esperando por mais um pouco. Não tinham onde passar as noites; onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão. Ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte. Aquela figura era intrigante, pois levava uma vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor. Certo dia, um homem, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas, foi bater um papo com o velho mendigo. Iniciou a conversa falando do malhado, perguntou pela idade dele, mas Serapião não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram num certo dia, quando ambos perambulavam pelas ruas. Nossa amizade começou com um pedaço de pão - disse o mendigo. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu, abanando o rabo, e daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso. Como vocês se ajudam? Perguntou. Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode. Continuando a conversa, o homem lhe fez uma nova pergunta: Serapião, você tem algum desejo de vida? Sim, respondeu ele tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que tem na lanchonete da esquina. Só isso? Indagou. É, no momento é só isso que eu desejo. Pois bem, disse-lhe o homem, vou satisfazer agora esse grande desejo. Saiu e comprou um cachorro quente e o entregou ao velho. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o malhado, e comeu o pão com os temperos. O homem não entendeu aquele gesto, pois imaginava que a salsicha era o melhor pedaço. Por que você deu para o malhado, logo a salsicha? Interrogou, intrigado. Ele, com a boca cheia, respondeu: "para o melhor amigo, o melhor pedaço." E continuou comendo, alegre e satisfeito. O homem se despediu de Serapião, passou a mão na cabeça do cão e saiu pensando com seus botões: aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria daquele mendigo. E você, que parte tem reservado para os seus amigos?
segunda-feira, agosto 27, 2007
REALISMO PURO
Olá,
É Óbvio.. hehehehehe
R_MORTIMER
Mais uma do Joãozinho...Não sei se é para chorar ou para rir...Durante uma aula de português, a professora pergunta:
- Qual é o significado da palavra 'óbvio' ?
Rapidamente, Carine, rica, uma das mais aplicadas alunas da classe, que estava sempre muito bem vestida, perfumada e bonita, respondeu:- Prezada professora, hoje acordei bem cedo, ao raiar do dia, depois de uma ótima noite de sono no conforto de meu quarto.
Desci a escadaria de nossaresidência e me dirigi à copa onde era servido o café. Depois de deliciar-me com as mais apetitosas iguarias, fui até a janela que dá para o jardim de entrada e admirei aquela bela paisagem por alguns minutos, enquanto pensava como é agradável e belo o viver. Virando-me um pouco, percebi que se encontrava guardado na garagem o BMW pertencente a meu pai. Pensei com meus botões:- É ÓBVIO que meu pai foi ao trabalho de Mercedes'.Sem querer ficar para trás, Luiz Cláudio, de uma família de classe média, acrescentou: - Professora, hoje eu não dormi muito bem, porque meu colchão é meio duro. Mas eu consegui acordar assim mesmo, porque pus o despertador do lado da cama para tocar cedo. Levantei meio zonzo, comi um pão meio muxibento e tomei café.
Quando saí para a escola, vi que o fusca do papai estava na garagem.
Imaginei:
- É ÓBVIO que o papai foi trabalhar de busão'.Embalado na conversa, Joãozinho, de classe baixa, também quis responder:- Fessora, hoje eu quase num durmí, purquê teve tiroteio até tarde na favela.
Só acordei di manhã purquê tava morreno difome, mas num tinha nada pra cumê mesmo... Quando oiei pela janela du barracão, vi a minha vó cum jornal dibaxo du braço e pensei: - É ÓBVIO qui ela vai cagá. Num sabe lê!'.
A GRANDE LIÇÃO
OS PÉS DE DINHEIRO
Maria Hilda de J. Alão.
Certa vez um homem ganhou, de um aparente abastado, trinta moedas de ouro. Como era muito pobre, um tanto tolo e nunca vira tanta moeda junta, ele saiu pela cidade mostrando aos moradores o seu pequeno tesouro. Dizia:
- Eu sou rico, muito rico. Vejam quantas moedas de ouro!
O assunto ficou conhecido e comentado pelas pessoas daquele lugar. Uns falavam com inveja, outros com pena do homem porque ele corria o risco de ser roubado.
Um dia apareceu um cavaleiro bem vestido, montado num cavalo branco. Ele apeou da montaria, pediu um pouco de água para si e o animal. Foi atendido com gentileza. Uns minutos de conversa e o cavaleiro lançou a pergunta:
- Por acaso o senhor conhece o homem rico que ganhou trinta moedas de ouro?
- Ora, o senhor está diante dele. E que mal lhe pergunte: o senhor quem é e vem de onde? – respondeu questionando o homem.
- Eu sou emissário de um deus que o senhor não conhece. Viajo por muitas terras para anunciar a grande novidade: a floresta de dinheiro. – disse o cavaleiro.
- Floresta de dinheiro? Nunca ouvi falar disso. Acho que é coisa impossível. E como nasce uma floresta de dinheiro?
- Fácil. Cada homem planta uma moeda de ouro, num espaço de mais ou menos um metro de distância uma das outras, e todos os dias ele rega as covas até que brotem os pés de dinheiro. – ensinou o cavaleiro.
- Isso é muito bom. Eu vou plantar as minhas trinta moedas de ouro. Serão trinta pés carregadinhos de dinheiro. – arrematou o homem.
E assim ele fez. Plantou e marcou cada buraco onde enterrara uma moeda. Quando a noite chegou, o cavaleiro veio de mansinho, desenterrou as moedas pondo no lugar delas umas sementes branquinhas e partiu a todo galope.
O dono das moedas, conforme a recomendação do cavaleiro, regava as covas onde elas estavam imaginando que se as árvores dessem duas floradas no ano quantos milhões ele colheria dos seus trinta pés de dinheiro.
Um belo dia, pela manhã, ele foi olhar a plantação de dinheiro. Qual não foi a sua surpresa ao ver que trinta brotinhos já estavam saindo da terra. Esmerou-se no cultivo. As plantas cresceram fortes, floriram, deram frutos verdes que depois ficaram amarelos. Que frutos seriam aqueles? O homem experimentou.
Eram feitos de gomos sumarentos e doces. O sabor era extraordinário. Dinheiro que era bom, nada. O homem pensou que talvez o dinheiro viesse depois que os frutos caíssem. E para apressar tal queda ele passou a colhê-los e a vendê-los na feira da cidade. Aos frutos ele deu o nome de laranja.
Foi um sucesso. Vendeu tudo. Ao chegar em casa ele contou o dinheiro que ganhou com o seu trabalho. Tinha muito mais do que trinta moedas. Ficou feliz. Continuou cultivando os trinta pés de dinheiro.
Descobriu que os carocinhos daquela fruta geravam novas árvores e ele plantou mais pés de dinheiro e assim, no prazo de um ano, ele se tornou dono do maior laranjal daquela cidade. O seu casebre agora era uma casa bem construída, seus filhos já não passavam necessidade e o ajudavam no trabalho de cultivar os pés de dinheiro.
Foi num dia de sol escaldante que apareceu, vindo do nada, o cavaleiro montado no seu inconfundível cavalo branco. O homem, trabalhando a terra, o avistou e o saudou com alegria.
- Vejo que seguiu o meu conselho. O senhor tem milhares de pés de dinheiro. Estou feliz por isso. – disse o cavaleiro.
- Pode me dizer seu nome e o do deus de quem você é emissário, nobre cavaleiro? – perguntou o homem, agora bem falante.
- Eu sou Saturno, da mitologia romana. Sou o deus da agricultura e emissário de Júpiter, o deus de todos os deuses.
- Por que me escolheu? – perguntou o homem.
- Para mostrar que o ouro plantado, cultivado e colhido com as próprias mãos vale mais que trinta moedas conseguidas sem esforço. Sua vida estava dominada por Pênia, a deusa da pobreza. Agora ela é comandada por Poros, o deus da riqueza e Mercúrio, o deus do comércio.
E tirou do seu alforje as trinta moedas de ouro. Comprimindo-as com as duas mãos o deus as transformou em pó dourado espalhando sobre a terra para que ela seja sempre fértil e nunca negue um pé de dinheiro à humanidade.
29/10/06.
domingo, agosto 26, 2007
COMO ESTA SEMANA COMEMORO O MEU ANIVERSÁRIO, QUEM SABE PAPAI NOEL ME DÊ ESTE PRESENTE. JÁ QUE FOI PROMETIDO, JURADO E SACRAMENTADO AO PÉ DE CRISTO , QUE DESTE ANO NÃO PASSARIA.ESTOU AGUARDANDO ,POIS SEI QUE QUEM FEZ A PEOMESSA É FIEL.
MUDANDO DE ASSUNTO, CHEGA DE TANTA HIPOCRISIA!!!!!
ESTOU EXAUSTA DE TANTA ESPOSA MARCIA.ATÉ QUANDO EU TEREI QUE LUTAR SOZINHA CONTRA ESSE MALDITO SISTEMA?CHEGA DE TANTA COVARDIA COMIGO. MEU DEUS , ESTOU MUITO CANSADA!
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